Bolsonaro avalia Temer como vice nas eleições de 2026

Jair Bolsonaro (PL) avalia uma aliança com o ex-presidente Michel Temer (MDB) como seu vice nas eleições de 2026. Segundo o jornalista Esmael Moraes, a estratégia de Bolsonaro é usar o perfil “garantista” de Temer, cujas boas relaçõescom ministros do STF, como Alexandre de Moraes, Barroso e Gilmar Mendes são amplamente conhecidas, para buscar anistia e elegibilidade.

O movimento já é conhecido nos bastidores e a avaliação é de que ao acenar para o centro e sinalizar compromisso com a estabilidade institucional, Bolsonaro busca reduzir as resistências no Supremo, sobretudo diante de uma eventual aprovação de um projeto de anistia pelo Congresso. Além disso, essa aliança retiraria o MDB da base de sustentação do presidente Lula (PT) no parlamento.

Em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, Bolsonaro desconversou sobre a possibilidade de compor uma chapa com Temer. “Está na mídia, não sei se é verdade ou não, eu não falo sobre esse assunto, é o [Michel] Temer [MDB] de vice. Não descarto conversar com ninguém, até com você. Não sei… ele é garantista, é um ex-presidente. O impeachment [de Dilma Rousseff em 2016] abriu uma brecha para eu me candidatar. Não existe impeachment sem vice”, disse.

Bolsonaro está inelegível devido a uma condenação pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) por abuso de poder político e econômico e uso indevido dos meios de comunicação sob a acusação de difundir mentiras sobre o processo eleitoral em reunião com embaixadores e utilizar eleitoralmente o evento de comemoração do Bicentenário da Independência.

Ele é ainda alvo de outras investigações, entre elas, a que apura as tratativas para um golpe de Estado no Brasil.

Empresas irregulares registram pesquisas eleitorais com suspeita de fraude e aval do TSE

Sem uma regulação rígida e clara prevista na legislação eleitoral para a produção de pesquisas eleitorais no País, empresas que declararam à Receita Federal não terem habilitação para a sondagem de intenções de voto registraram levantamentos no primeiro turno das eleições em meio ao amplo mercado de levantamentos autofinanciados. Empresas que atuam em ramos de papelaria, produtos químicos, corretagem de imóveis, limpeza, construção de poços artesianos e até produção de espetáculos com marionetes registraram estudos no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O Estadão consultou o cadastro na Receita Federal das 305 empresas que registraram pesquisas pagas com recursos próprios entre janeiro deste ano e o primeiro turno das eleições municipais. Um terço delas, 135, não foram criadas com a finalidade principal de produção de pesquisas de mercado e opinião pública. Outras 18 nem sequer têm registro como atividade primária ou secundária para atuar no ramo. Há ainda empresas com o CNPJ (Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica) baixado junto à Receita, ou seja, impedidas de emitir notas fiscais e realizar operações comerciais.

São empresas que, com a chancela do TSE, podem mudar os rumos eleitorais de cidades espalhadas pelo País com pesquisas sem controle de órgãos fiscalizadores. As sondagens autofinanciadas provocam duas principais desconfianças, segundo os especialistas e as entidades que regulam o setor ouvidos pelo Estadão. Primeiro, ao informar que realizaram as pesquisas sem contratante externo, esses institutos não precisam revelar a origem do dinheiro: se, de fato, é da própria empresa ou de um contratante oculto. Em segundo, há dúvidas sobre a qualidade das sondagens. O temor é que candidatos tentem forjar levantamentos de intenção de voto para induzir a escolha dos eleitores. O TSE foi procurado pela reportagem, mas não se manifestou.

A falta de fiscalização sobre as empresas aptas a realizarem os levantamentos agrava o cenário. O controle das pesquisas eleitorais é de responsabilidade de partidos, coligações, candidatos e Ministério Público Eleitoral. O Congresso Nacional avança para proibir as pesquisas autofinanciadas, mas o controle, atualmente, se mostra burocrático.

As empresas responsáveis pela produção e divulgação das pesquisas autofinanciadas usaram R$ 38 milhões dos recursos próprios para realizar os levantamentos, segundo dados do TSE.

Para o coordenador do Conselho de Opinião Pública e Pesquisas Eleitorais da Associação Brasileira de Empresas de Pesquisas (Abep), João Meira, diretor do Instituto Vox Populi, enquanto a legislação eleitoral não sofrer uma atualização, os órgãos de controle tratarão o tema como problemas locais.

“A legislação brasileira não estabelece critérios. Não existe aprovado. O papel do tribunal é apenas de um cartório. Ele apenas registra. Só há dois caminhos possíveis. Quem pode apelar, quem pode provocar o tribunal a respeitar essas questões, são partidos, coligações, Ministério Público e candidatos. O mais curioso é que, no Brasil, dado que essas pesquisas são para eleições municipais, invariavelmente, a esfera federal do Judiciário e do Ministério Público Eleitoral responde que isso é um problema local, municipal. É um escândalo nacional”, disse.

Meira destaca ainda que empresas sem registro e sem um histórico de atuação na produção de pesquisas utilizam nomes que remetem à empresas consolidadas no mercado, o que altera a percepção da sociedade sobre a credibilidade das sondagens em período eleitoral.

É o caso do Instituto de Pesquisa Executiva (Ipex), que atua no Tocantins. Aberta em março de 1999, a empresa tem o cadastro como atividade econômica principal a impressão de material para uso publicitário. Atua ainda, como atividade secundária, na estamparia e texturização em fios, tecidos, artefatos têxteis e peças do vestuário; no comércio varejista de artigos de tapeçaria, cortinas e persianas; no comércio varejista de artigos de papelaria e na produção de pesquisas de mercado e opinião pública.

Nas eleições municipais deste ano, registrou 106 pesquisas autofinanciadas ao custo de R$ 229,5 mil, muitas delas questionadas e barradas pela Justiça Eleitoral. A empresa acumula 57 questionamentos no Tribunal Regional Eleitoral do Tocantins por suspeita de fraude ou inconsistências em sondagens feitas até o primeiro turno.

A empresa BRSET Produções e Eventos LTDA atua em serviços de organização de feiras, congressos, exposições e festas, como atividade principal, e na produção de espetáculos circenses, aluguel de máquinas industriais, como atividades secundárias. A empresa não têm registro na Receita Federal para atuar na produção de pesquisas, mas produziu um levantamento em Aparecida do Rio Negro, em Tocantins. Procuradas pelo Estadão, as empresas não se manifestaram.

Conheça a cidade nordestina que criou a própria moeda

Foto: Arthur Soares
Indiaroba, município no sul de Sergipe, é uma das pioneiras no Brasil ao implementar sua própria moeda social digital, o Aratu, como forma de estimular a economia local e combater a evasão de capital. Criada em 2022, a moeda foi batizada em homenagem ao caranguejo aratu, símbolo local, e visa garantir que o dinheiro gerado na cidade permaneça e circule na comunidade.

Cada Aratu (A$ 1) tem o mesmo valor que um real e é aceito em mais de 250 estabelecimentos locais. A iniciativa faz parte de um conjunto de políticas estruturantes promovidas pelo programa Cidade Empreendedora do Sebrae, que busca incentivar o desenvolvimento em pequenas cidades por meio de políticas de economia local e crédito popular.

Além de movimentar o comércio, o Aratu é usado em programas sociais, com cerca de 1.100 beneficiários recebendo pagamentos na moeda digital. Este sistema digital, operado pelo Banco Popular de Indiaroba, oferece aos usuários mais acessibilidade e taxas reduzidas, o que favorece tanto os comerciantes quanto os consumidores locais. Por exemplo, comerciantes da cidade, como Jaine Santos Barreto, relatam um aumento de até 30% nas vendas desde que o Aratu foi introduzido, beneficiando o comércio e trazendo maior estabilidade financeira aos moradores.

A moeda Aratu reflete uma tendência de inovação entre pequenas cidades no Brasil, que buscam alternativas locais para o desenvolvimento econômico. O sucesso da iniciativa em Indiaroba, que já movimentou milhões de Aratus, trouxe visibilidade para o município, incentivando novos negócios, gerando empregos e criando uma economia mais sustentável e independente.

Os microempreendedores individuais e proprietários de microempresas, detentores de CNPJs, conseguem trocar o aratu por real para que possam adquirir matéria-prima fora do município para abastecer seus negócios, criando, assim, um mercado alternativo entre prestadores de serviços e consumidores. 

Segundo o prefeito Adinaldo Nascimento, o pagamento dos benefícios sociais e a operacionalização do Fundo Municipal de Desenvolvimento Econômico são efetuados através do banco e da moeda social. 

“É cobrada uma taxa de 2% do empreendedor para exercer seus serviços com a moeda. Esses recursos são direcionados para o Fundo Municipal, que pode ser utilizado para crédito produtivo ou trabalho social. A soma dos 2% de quando você compra um serviço em moeda local, paga um serviço em moeda local ou paga determinada mercadoria, possibilita a gente ter um volume de recursos que não sai do orçamento do município”, afirma o prefeito. 

Lava Jato: Gilmar Mendes anula todas as condenações de José Dirceu

Todas as condenações da Operação Lava Jato contra o ex-ministro José Dirceu (PT) foram anuladas pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, em decisão tomada nesta segunda-feira (28). O processo está sob sigilo. 

Sendo assim, Dirceu não é mais considerado “ficha-suja” e tem de volta os seus direitos políticos. A decisão de Gilmar Mendes acolheu pedido da defesa do ex-ministro para estender a ele a sentença da 2ª Turma do Supremo que considerou o ex-juiz Sergio Moro – atual senador – suspeito para julgar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no caso do tríplex do Guarujá, em 2021.

Em seu voto, Gilmar critica a “confraria” formada pelo ex-juiz Sérgio Moro e os procuradores de Curitiba. Para o ministro, as conversas entre Moro e os procuradores apontam para uma provável coordenação em aspectos processuais e estratégicos, o que leva a crer que o julgamento de Dirceu também teria sido influenciado por essa dinâmica de “conluio” entre o juiz e a força-tarefa.

O ministro afirma que a Lava Jato “encarava a condenação de Dirceu como objetivo a ser alcançado para alicerçar as denúncias que, em seguida, seriam oferecidas contra Luiz Inácio Lula da Silva”. 

No entendimento do ministro do STF, as ações movidas contra José Dirceu tinham o objetivo de servir como “alicerce” para as denúncias apresentadas posteriormente contra Lula. 

MDB e PSD são os maiores vencedores nas capitais com 5 prefeituras cada; PT conquista primeira vitória desde 2016

Com 100% das urnas apuradas neste domigo (27) de segundo turno nas 51 cidades em que ainda acontecia disputa pelas prefeituras, PSD e MDB encerraram as eleições municipais como os dois partidos mais vitoriosos nas capitais. Contando as 11 cidades que tiveram a eleição encerrada no primeiro turno com as 15 que elegeram seus prefeitos hoje, os dois partidos consolidaram vitórias em cinco capitais cada um. 

Entre os dois partidos, o maior crescimento em relação às eleições municipais de 2020, entretanto, foi do PSD, já que na eleição passada a sigla havia conquistado apenas duas capitais. Já o MDB manteve a quantidade de cinco vitórias como nas eleições passadas. 

O MDB foi responsável por eleger o prefeito da maior cidade do Brasil, São Paulo, com a vitória do candidato Ricardo Nunes. Já o PSD venceu na segunda maior capital, o Rio de Janeiro, com a reeleição, ainda no primeiro turno, do prefeito Eduardo Paes. 

Logo após os dois maiores vencedores aparecem o União Brasil e o PL, do ex-presidente Jair Bolsonaro, ambos com quatro conquistas de prefeituras. O maior salto, porém, foi dado pelo PL, já que nas eleições passadas, de 2020, não havia vencido em qualquer uma das 26 capitais.

Na sequência da lista dos partidos com mais vitórias em capitais aparecem o Podemos e o PP, ambos com duas vitórias cada. E com uma cidade cada, estão o PT, o PSB, o Republicanos e o Avante. 

Para o PT, partido do presidente Lula, a vitória em uma capital nesta eleição de 2024, com a eleição do prefeito de Fortaleza, se reveste de maior importância, já que o partido há quase sete anos não administrava nenhuma das principais cidades brasileiras. A última vitória do partido em uma das 26 capitais tinha sido em Rio Branco, com Marcos Alexandre, na eleição de 2016. Ele renunciou ao cargo em 2018 para concorrer ao governo naquele ano.

Além do PT, os partidos de esquerda também conquistaram vitória em Recife, capital de Pernambuco, com João Campos, do PSB. A vitória de Campos se deu ainda no primeiro turno, com mais de 70% dos votos válidos. 

Quatro partidos que elegeram prefeitos em capitais em 2020 ficaram sem nenhuma cidade em 2024: o Cidadania elegeu naquele ano o prefeito de Macapá (AP), Dr. Furlan, que migrou para o MDB. O Psol elegeu o atual prefeito de Belém (PA), Edmilson Rodrigues, que foi eliminado ainda no primeiro turno nestas eleições, alcançando menos de 10% do eleitorado de sua cidade.


Não era “pum”: spray de pimenta causou confusão em ônibus de Belém

Uma briga dentro de um ônibus do sistema BRT em Belém gerou tumulto e desconforto entre os passageiros nesta quarta-feira (23). Durante a confusão, um dos envolvidos disparou spray de pimenta, levando o motorista a parar o veículo na avenida Augusto Montenegro e abrir as portas para a evacuação. A Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana de Belém (Semob) confirmou que a situação causou pânico e uma passageira precisou de socorro após passar mal. A situação viralizou nas redes sociais como se alguém tivesse soltado gases dentro do coletivo e causando a confusão.

Inusitado: Passageiros evacuam ônibus devido a cheiro de pum em Belém

Um incidente inusitado em Belém, no Pará, viralizou nas redes sociais na última quarta-feira, 23. Passageiros de um ônibus do BRT Metropolitano tiveram que evacuar o veículo devido a um forte e incomodativo cheiro de pum. As cenas gravadas mostram homens e mulheres descendo às pressas do coletivo e tampando o nariz, evidenciando o desconforto causado pelo odor.

Na filmagem, uma das passageiras aparece passando mal e quase desmaiando, refletindo o grau de mal-estar generalizado entre os passageiros. O cheiro de pum, conhecido por sua intensidade e capacidade de causar desconforto, parece ter sido a causa principal para a evacuação rápida do ônibus.

A situação gerou pânico e preocupação entre os passageiros, que rapidamente saíram do veículo para evitar maiores complicações de saúde. Áudios divulgados na internet evidenciam que o motivo da saída dos passageiros foi justamente o odor do pum soltado no interior do veículo.

Assista ao vídeo clicando no link abaixo:
https://www.youtube.com/shorts/AfBDLLDZBAs



Deputado quer proibir pesquisas durante período eleitoral

Um deputado do Tocantins propôs, na última terça-feira (15), medida drástica sobre as pesquisas eleitorais. Ricardo Ayres (Republicanos-TO) quer proibir a divulgação dos levantamentos durante as campanhas.

O motivo, segundo o parlamentar em sua justificativa, é impedir “a influência indevida de que os resultados dessas pesquisas podem exercer sobre o eleitorado”. Em caso de descumprimento, o deputado propõe multa que varia de R$ 500 mil a R$ 2 milhões, além da possibilidade de o Tribunal Superior Eleitoral cassar a certificação de empresas que divulgarem sondagens de voto.

“As pesquisas eleitorais desempenham um papel importante na democracia, fornecendo informações sobre tendências e preferências eleitorais. No entanto, quando divulgadas em massa durante o período eleitoral, podem distorcer o debate público e influenciar indevidamente o voto dos cidadãos. Pesquisas com metodologias falhas ou com interesses questionáveis, mesmo que registradas, podem ser usadas de maneira estratégica para criar percepção equivocada de vantagens ou vantagens entre candidatos”, aponta.

O congressista, no entanto, abre exceção para as pesquisas internas. De acordo com a proposta, os levantamentos feitos dentro das próprias campanhas podem continuar acontecendo. Só nesta semana, é o segundo projeto contra pesquisas eleitorais protocolado no Congresso Nacional. O senador Ciro Nogueira (PP-PI) também apresentou PL sobre o tema. Em seu projeto, Nogueira pede punição para institutos de pesquisa de intenção de votos que apresentarem, na semana das eleições, levantamentos com resultados muito divergentes da contagem oficial.

Governo Lula envia ao Congresso projeto que aumenta pena para quem causar incêndios florestais

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) enviou ao Congresso Nacional nesta terça-feira (15) o projeto de lei que endurece as penas para quem pratica crimes ambientais, em particular as queimadas florestais. 

A proposta será apensada no Congresso Nacional a um outro projeto de lei, de autoria do senador Davi Alcolumbre (União-AP), que é favorito para assumir a presidência do Senado a partir de fevereiro.

O governo também solicita a tramitação em regime de urgência no Congresso Nacional. 

A proposta aumenta para de três a seis anos de reclusão a pena pelo crime de provocar incêndio em floresta ou em demais formas de vegetação, além de multa. Essa pena, pela legislação atual, é de dois a quatro anos, mais multa.

Além disso, essa pena poderá ser aumentada em um sexto se forem comprovados alguns agravantes, como, por exemplo caso atinja unidades de conservação, seja feito em grupo, cause perigo à saúde pública ou à vida coletiva, ou tenha finalidade de obter vantagem financeira. 

Atos culposos (ou seja, não intencionais), reduzem a pena para detenção de um a dois anos, com multa. 

E também é considerado agravante (com aumento da punição entre um sexto e um terço) caso o fogo exponha o patrimônio de outra pessoa.

A minuta também propõe que seja igualado ao crime de incêndio florestal o ato de exploração econômica financeira de áreas da União queimadas -tática comum para grilagem de terras públicas.

Conta de luz ficará mais cara a partir desta terça-feira

A partir desta terça-feira (1º), os brasileiros receberão a conta de luz mais cara. Isto porque entrou em vigor a bandeira tarifária patamar 2 – a mais cara no sistema da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Neste nível, os consumidores irão pagar R$ 7,877 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos.

Segundo a Aneel, o acionamento da bandeira vermelha patamar 2 neste mês é devido as previsões de baixa nos reservatórios das hidrelétricas e alta no preço do mercado de energia elétrica em outubro.

Em setembro, pela primeira vez em 3 anos, a bandeira vermelha patamar 2 foi acionada por conta da baixa no reservatório das hidrelétricas do país com as chuvas no país abaixo da média.

Nas contas de energia recebidas a partir desta terça, os brasileiros pagarão o custo adicional de R$ 7,877 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos, devido à bandeira vermelha patamar 2.

Top